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Giovani Ferreira Bezerra
Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Brasil
http://orcid.org/0000-0002-4710-3897
Vol. 3 Núm. 13 (2020): Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS). Medio ambiente | Educación , Artículos de Investigación, Páginas 72-89
DOI: https://doi.org/10.15304/ricd.3.13.7223
Recibido: 02-11-2020 Aceptado: 15-12-2020 Publicado: 28-12-2020
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Resumen

Diante da popularização das lives no Brasil, como fenômeno da internet, em meio à pandemia do novo coronavírus, este artigo objetiva compreender se tais lives são acessíveis às necessidades e expectativas de pessoas cegas. Adota-se abordagem qualitativa e exploratória, mediante amostras convenientes não estatísticas, em um percurso metodológico indutivo. Para coleta de dados, além das investigações bibliográficas, empregou-se um questionário misto, com perguntas fechadas e abertas, o qual foi gerado online e, na forma de link, enviado a contatos que pudessem respondê-lo ou direcioná-lo a possíveis respondentes. Pelos resultados, a audiodescrição emerge como demanda premente das pessoas com cegueira/deficiência visual para a acessibilidade comunicativa na internet. Assim, recomenda-se que as lives sejam veiculadas pela lógica inclusiva do desenho universal para o avanço rumo a uma racionalidade comunicativa não assimétrica, dialógica e inclusiva, pautada no entendimento intersubjetivo

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