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Ricardo de Macedo Menna Barreto
Universidade do Minho, Portugal. Centro Universitário Arnaldo Horácio Ferreira, Brasil.
Portugal
https://orcid.org/0000-0001-7357-7722
Biografía
Vol. 29 Núm. 1 (2020): Ordinario, Estudios
DOI: https://doi.org/10.15304/dereito.29.1.6108
Recibido: 22-06-2019 Aceptado: 28-06-2020 Publicado: 20-09-2020
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Resumen

Este artigo tem por objetivo realizar uma crítica ao ensino jurídico atual, propondo a concepção de “rotas de fuga epistemológicas”. Tal concepção sugere a necessidade dos docentes de Direito buscarem caminhos teóricos diversos ao normativismo na fuga dos lugares comuns do ensino jurídico. À luz dos estímulos teóricos do biólogo chileno Humberto Maturana e do jurista argentino Luis Alberto Warat, parte-se da hipótese de que a adoção de rotas de fuga epistemológicas pode ajudar não apenas na recuperação e ressignificação da dimensão teórica do fenômeno jurídico, mas na própria recuperação da sensibilidade no campo acadêmico. Quanto à metodologia, a presente pesquisa realizou uma discussão crítica a partir do conhecimento partilhado pelo diálogo interdisciplinar, servindo-se, para tanto, de uma revisão bibliográfica. Buscou-se, assim, desvelar diferentes pontos de observação teóricos para uma reconstrução do modo de pensar, viver e ensinar o Direito. 

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