https://revistas.usc.gal/index.php/elos/issue/feed Elos: Revista de Literatura Infantil e Xuvenil 2020-06-09T17:11:38+02:00 Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil revista.elos@usc.es Open Journal Systems <p><em>Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil</em> é unha publicación científica de periodicidade anual editada polo <a href="/gl/investigacion/grupos/liter21/index.jsp">Grupo de Investigación LITER21</a> do Instituto de Ciencias da Educación (ICE)-Universidade de Santiago de Compostela.<br>Está patrocinada pola Universidade de Santiago de Compostela; a <a href="/gl/proxectos/lijmi/index.html">Rede Temática de Investigación “As Literaturas Infantís e Xuvenís do Marco Ibérico e Iberoamericano”</a> (LIXMI); o proxecto <a href="http://www.cirp.es/prx2/lix.html">“Investigación en Literatura Infantil e Xuvenil”</a>, que se desenvolve no Centro Ramón Piñeiro para a Investigación en Humanidades, dependente da Secretaría Xeral de Política Lingüística da Xunta de Galicia; e ELOS-Galicia. Asociación de investigación en Literatura Infantil e Xuvenil.<br>Creouse co obxectivo de fomentar un espazo de debate e reflexión ao redor da Literatura Infantil e Xuvenil, un foro de análise crítica, de difusión da investigación e de visibilización deste sistema literario.<br>Para cumprir estes obxectivos, a revista presenta catro seccións: <em>Artigos</em>, con traballos de investigación orixinais sobre Literatura Infantil e Xuvenil, focalizados cara á Historiografía, Teoría literaria, análise de obras literarias, Tradución, Educación literaria e calquera aspecto relacionado; <em>Notas</em>, traballos breves e orixinais, de carácter crítico-divulgativo, que aborden aspectos sinalados na sección “Artigos”; <em>Recensións</em>, comentarios críticos e orixinais sobre monografías, estudos, revistas e calquera outro material de carácter científico que se teña publicado nos dous últimos anos sobre a temática que acolle a Revista; e <em>Para saber máis</em>, repositorio de traballos críticos ou monográficos de autoría individual ou colectiva que se consideren de relevancia para o estudo e coñecemento da Literatura Infantil e Xuvenil, así como bibliografías descritas que orienten a investigación sobre este eido e contribúan ao seu avance.<br><em>Elos </em>aparece indizada en ERIH+, ESCI, <a href="https://www.redib.org/recursos/Serials/Record/oai_revista2041-elos-revista-literatura-infantil-xuvenil">REDIB</a> e MIAR<br>As linguas de publicación de <em>Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil </em>son o galego, o castelán, o inglés e o portugués. O portal dixital desta <em>Revista </em>pódese consultar en galego, castelán e inglés.</p> https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/5723 Reilustrar Alice: Tentativas de Escapar à tentação da Disney 2020-05-06T16:21:32+02:00 Ana Margarida Ramos anamargarida@ua.pt <p>Este estudo analisa as implicações da ilustração e da edição no processo de leitura de obras conotadas com o universo da literatura para a infância e juventude, identificando, a partir da obra mais emblemática de Lewis Carroll, <em>Alice no País das Maravilhas</em>(1865), alguns volumes e recriações mais marcantes e procedendo à sua análise. O impacto dos elementos visuais e materiais, como a ilustração e o design gráfico, onde se incluem aspetos como o formato, a paginação ou as dimensões do volume, entre outros, surge associado à tradição imagética da obra, fortemente dominada pela adaptação para cinema de animação realizada por Walt Disney, em 1951, que rapidamente se sobrepôs à iconografia da edição original, da autoria de John Tenniel, colocando inúmeros desafios aos criadores contemporâneos, sobre os quais importa refletir.</p> 2019-12-20T13:48:08+01:00 Copyright (c) https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/5867 Estereotipos de xénero nos libros infantís premiados 2020-05-06T16:21:32+02:00 Andreia Filipa Nunes andreiarebelonunes@gmail.com <p>Neste artigo revisitamos as conclusões mais importantes de uma investigação conduzida por esta autora no âmbito do seu Mestrado, onde analisou os estereótipos de género nos livros premiados pela SPA / RTP na categoria "Melhor Livro Infantil e Juvenil" de 2010 a 2017 e indagou sobre a presença de questões de género nos critérios subjacentes à sua seleção. As conclusões desta investigação vão ao encontro das conclusões de vários outros estudos internacionais, nomeadamente a sub-representação feminina, evidente na sua total ausência como personagens centrais. Outras desigualdades de género foram também identificadas em categorias como: <em>hobbies</em>, tempo de lazer e tarefas domésticas / responsabilidades, onde os períodos de descanso e "não fazer nada" dos personagens masculinos contrastam com as tarefas de cozinhar e limpar atribuídas às personagens femininas. Uma conclusão surpreendente foi a não linearidade das mensagens de género, podendo o mesmo livro alternar entre mensagens estereotipadas e outras promotoras de igualdade.</p><p> </p> 2019-12-20T13:48:08+01:00 Copyright (c) https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/6042 Ecos de Alice e Lewis Carroll em Virgínia de Castro Almeida e Manuel António Pina 2020-06-09T17:11:38+02:00 Sara Raquel Duarte Reis da Silva sara_silva@ie.uminho.pt Pretende-se, com este estudo, analisar algumas das manifestações intertextuais de raiz carrolliana na produção literária de dois importantes autores da literatura portuguesa para a infância e a juventude: Virgínia de Castro (1878-1945) e Almeida e Manuel António Pina (1943-2012). Situados em épocas e estéticas distantes, os textos de ambos reflectem a “sombra tutelar” de <em>Aventuras de Alice no País das Maravilhas</em> (1985) ou, genericamente, do mundo literário de Lewis Carroll (1832-1898). De obras como <em>Aventuras de Dona Redonda e da Sua Gente</em> (1942), de Virgínia de Castro e Almeida, ou <em>Gigões &amp; Anantes</em> (1974), de Manuel António Pina, ressumam traços singulares como o <em>nonsense</em>, o absurdo, o tópico do mundo às avessas e o humor, bem como o uso original do paradoxo, da metáfora e do jogo de sentidos, entre outros, características sobre as quais centraremos a nossa atenção e que atestam a pervivência do legado carrolliano na literatura portuguesa. 2019-12-20T00:00:00+01:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/4486 Competencias en LIX e estratexias didácticas do anime: Ponyo no cantil (2008), de Hayao Miyazaki, e Hans Christian Andersen 2020-05-06T16:21:32+02:00 Angélica García-Manso fjtovar@unex.es <p class="western">O cinema de animación xaponés (<em>anime</em>) está totalmente integrado no lecer infantil e xuvenil contemporáneo. É sorprendente que o <em>anime</em> estea inspirado desde as súas orixes en fontes da LIX occidental, como na película <em>Ponyo</em> (2008), do director Hayao Miyazaki. Nesta a historia <em>A pequena sereia</em>, do danés H. C. Andersen, está hibridada cunha lenda xaponesa tradicional. O estudo analiza as estratexias que permiten descubrir esta intertextualidade a partir das competencias que na LIX posúe o espectador: a través da mediación iconográfica de figuras como Jules Verne e o sincretismo coa mitoloxía grecorromana. O resultado suxire unha relectura do conto de Andersen baseado en claves humanísticas.</p> 2019-12-20T13:48:09+01:00 Copyright (c) https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/4377 O Leão, o Coelho e a Garota de Ipanema: Ondjaki reescreve conto angolano de tradição oral 2020-05-06T16:21:32+02:00 Inês Costa inesmmcosta@ua.pt Em resposta a uma solicitação editorial, Ondjaki reescreveu o conto angolano de tradição oral Estória do Coelho e Leão, recolhido por José Samuila Cacueji e publicado em Viximo: Contos de Oratura Luvale (1987), que foi enriquecido com ilustrações de Rachel Caiano. Neste trabalho, comparamos as duas versões do conto, analisando aspetos textuais e paratextuais — com especial ênfase na ilustração —, procurando compreender de que modo a reescritura, destinada a um público infantil, se aproxima ou afasta do texto-matriz e de técnicas tradicionais de (re)escrita de contos populares; mas também se, e de que forma, existiu espaço para marcas estilísticas autorais e para a criação individual. Refletimos, por fim, acerca da simbologia do Leão e do Coelho nos contos de tradição oral africanos, com especial destaque nos angolanos. 2019-12-20T13:48:09+01:00 Copyright (c) https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/5451 A literatura infantil no galinheiro: nuances poéticas em "A galinha que botava batatas", de Simone Pedersen 2020-05-06T16:21:32+02:00 João Paulo Hergesel jp_hergesel@hotmail.com <p>A literatura infantojuvenil é indispensável para a formação cognitiva, comunicativa, psicológica e crítica do jovem leitor, além de contribuir para a formação social, histórica, linguística e cultural do cidadão. Com base nisso, este trabalho teve como objetivo analisar a obra <em>A galinha que botava batatas</em>, de Simone Pedersen (2011), tendo em vista um questionamento sobre a contribuição educativa e cultural que essa produção pode oferecer ao cenário artístico/educacional brasileiro, em especial às atividades em sala de aula. Por meio de uma análise narrativa e estilística, ancorada nos estudos de Cândida Vilares Ganho, Kátia Brädling e Roxane Rojo, fez-se necessário verificar as contribuições de Simone Pedersen para a literatura infantojuvenil contemporânea brasileira; observar as dimensões comunicativas do discurso apresentado em <em>A galinha que botava batatas</em>; e explorar as mediações culturais da narrativa da respectiva obra. As considerações finais apontaram que trabalhar a literatura infantojuvenil em sala de aula é sinônimo de explorar as dimensões artísticas, históricas, políticas, sociais e culturais da obra.</p> 2019-12-20T13:50:56+01:00 Copyright (c) https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/6026 María Victoria Moreno. Homenaxe. Palabra fértil no Tempo 2020-05-06T16:21:32+02:00 Laura Caamaño Pérez lau_kilmas@hotmail.com 2019-12-20T13:48:09+01:00 Copyright (c)