https://revistas.usc.gal/index.php/elos/issue/feed Elos: Revista de Literatura Infantil e Xuvenil 2021-12-30T13:54:56+01:00 Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil mariadelrocio.garcia.pedreira@usc.es Open Journal Systems <p><em>Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil</em> é unha publicación científica de periodicidade anual editada polo <a href="/gl/investigacion/grupos/liter21/index.jsp">Grupo de Investigación LITER21</a> do Instituto de Ciencias da Educación (ICE)-Universidade de Santiago de Compostela.<br>Está patrocinada pola Universidade de Santiago de Compostela; a <a href="/gl/proxectos/lijmi/index.html">Rede Temática de Investigación “As Literaturas Infantís e Xuvenís do Marco Ibérico e Iberoamericano”</a> (LIXMI); o proxecto <a href="http://www.cirp.es/prx2/lix.html">“Investigación en Literatura Infantil e Xuvenil”</a>, que se desenvolve no Centro Ramón Piñeiro para a Investigación en Humanidades, dependente da Secretaría Xeral de Política Lingüística da Xunta de Galicia; e ELOS-Galicia. Asociación de investigación en Literatura Infantil e Xuvenil.<br>Creouse co obxectivo de fomentar un espazo de debate e reflexión ao redor da Literatura Infantil e Xuvenil, un foro de análise crítica, de difusión da investigación e de visibilización deste sistema literario.<br>Para cumprir estes obxectivos, a revista presenta catro seccións: <em>Artigos</em>, con traballos de investigación orixinais sobre Literatura Infantil e Xuvenil, focalizados cara á Historiografía, Teoría literaria, análise de obras literarias, Tradución, Educación literaria e calquera aspecto relacionado; <em>Notas</em>, traballos breves e orixinais, de carácter crítico-divulgativo, que aborden aspectos sinalados na sección “Artigos”; <em>Recensións</em>, comentarios críticos e orixinais sobre monografías, estudos, revistas e calquera outro material de carácter científico que se teña publicado nos dous últimos anos sobre a temática que acolle a Revista; e <em>Para saber máis</em>, repositorio de traballos críticos ou monográficos de autoría individual ou colectiva que se consideren de relevancia para o estudo e coñecemento da Literatura Infantil e Xuvenil, así como bibliografías descritas que orienten a investigación sobre este eido e contribúan ao seu avance.<br><em>Elos </em>aparece indizada en ERIH+, ESCI, <a href="https://www.redib.org/recursos/Serials/Record/oai_revista2041-elos-revista-literatura-infantil-xuvenil">REDIB</a> e MIAR<br>As linguas de publicación de <em>Elos. Revista de Literatura Infantil e Xuvenil </em>son o galego, o castelán, o inglés e o portugués. O portal dixital desta <em>Revista </em>pódese consultar en galego, castelán e inglés.</p> https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7097 Narrar para fazer crer: a homoparentalidade em livros ilustrados infantis 2021-12-30T13:54:54+01:00 Anabel Medeiros Azerêdo de Paula anabel.azeredo@gmail.com <p>A Literatura Infantil contemporânea tem se mostrado um campo profícuo à abordagem de temas fraturantes (Ramos, 2009), que refletem as mudanças ocorridas na sociedade, ensejando obras consideradas controversas por trazerem à luz, dentre outras temáticas desafiadoras, a homoafetividade e a homoparentalidade. Pressupõe-se que narrativas constituídas por esses temas fraturantes em livros ilustrados de potencial destinação infantil podem assumir uma abordagem pragmática, intermediária entre o ético e o estético, narrando para convencer. Pretende-se, neste trabalho, analisar as narrativas verbovisuais:<em> Amor de mãe</em> (Carvalho, 2017) e <em>Meus dois pais </em>(Carrasco, 2010), a fim de investigar as estratégias discursivas utilizadas para o tratamento da homoafetividade e da homoparentalidade em um contrato comunicativo, cujo o destinatário potencial é a criança. O aporte teórico principal para analisar as narrativas selecionadas nesta pesquisa concentra-se na Teoria Semiolinguística de Análise do Discurso, proposta por Patrick Charaudeau (2008), e em pressupostos no âmbito da Literatura Infantil que abordam o livro ilustrado, postulados por Linden (2009), Nikolajeva e Scott (2011), Paulino (2000) e Ramos (2009).</p> 2021-12-30T13:54:54+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7969 Deixem as crianças em paz: a censura de livros para crianças com temas LGBTIQ+ 2021-12-30T13:54:54+01:00 Emanuel Verdade da Madalena emanuelmadalena@gmail.com <p>No dia 19 de outubro de 2019, Paul Dorr transmitiu em direto no Facebook uma ação de protesto onde queimou quatro livros para crianças com temas LGBTIQ+, que havia requisitado na biblioteca pública de Orange City, no estado de Iowa. Alguns desses livros estão frequentemente presentes nas listas anuais dos dez livros mais censurados nas bibliotecas públicas dos EUA, que incluem quase exclusivamente livros para a infância e juventude, e a maioria contém temas e/ou personagens LGBTIQ+. Assim, este artigo parte de uma análise aos temas e características dos livros mais censurados nos EUA, através das listas compiladas desde 2001 pela American Library Association, para contextualizar a questão da censura aos livros para crianças com temas LGBTIQ+, salientando a forma como se tornaram predominantes nessas listas ao longo dos últimos anos. Partindo da questão clássica do duplo destinatário que influencia de forma indelével o subsistema literário da literatura para a infância (Shavit, 2004), discutem-se as características que, por um lado, mostram a importância da presença destes temas na literatura para a infância (Bartholomaeus e Riggs, 2019; Madalena e Ramos, 2021), mas que, por outro lado, a tornam um campo de batalha ideológico (Stephens, 2018).</p> 2021-12-30T13:54:54+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7975 A relevância do conhecimento da história da literatura para a infância no processo de mediação leitora 2021-12-30T13:54:54+01:00 Marcela Coladello Ferro ma_coladello@hotmail.com Sara Reis da Silva sara_silva@ie.uminho.pt Maria Helena Magalhães helenamagalhaes2@gmail.com <p>Procede-se, neste estudo, a uma problematização do lugar e da relevância da História da Literatura no âmbito da formação de mediadores de leitura, bem como da qualidade das suas práticas. A partir de uma abordagem genérica da obra de António Torrado (1939-2021), seguida de uma referência analítica a alguns dos seus textos narrativos que compõem o vasto universo das retextualizações, revisitações ou reescritas do acervo literário tradicional oral para a infância, procura-se concluir acerca da pertinência do conhecimento da História da Literatura para o aprimoramento de práticas de mediação de leitura empreendidas por mediadores verdadeiramente capacitados para tal, ou seja, mediadores cujo intertexto leitor (Fillola, 2001) seja também diacronicamente rico e preenchido de referências literárias diversas em termos de data ou época de edição, autoria, modo ou género literário, estilo, entre outros.</p> 2021-12-30T13:54:54+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7985 Tendências editoriais e impactos de políticas educativas na publicação de Literatura para a Infância em Portugal 2021-12-30T13:54:54+01:00 Andressa Jove Godoy andressa.godoy@ua.pt <p>Este trabalho é fruto de uma pesquisa que analisou obras de Literatura para a Infância de autoria portuguesa dos gêneros poesia e conto de autor. Essa pesquisa teve como objetivos caracterizar o seu percurso editorial e, a partir da observação dos seus peritextos, identificar o impacto editorial recente, decorrente da sua inserção na lista de livros de leitura obrigatória no <em>Programa</em> e nas <em>Metas Curriculares de Português do Ensino Básico</em>. No recorte retratado neste trabalho, são apresentadas as tendências editoriais mercadológicas e estéticas identificadas nas obras que compuseram o <em>corpus</em> e que podem ser generalizadas para um contexto de edição para a infância mais amplo. Dessas tendências, evidencia-se a constatação da importância da legitimação dada pela escola para que obras com menos apelo comercial não sejam esquecidas; algumas repercussões de um mercado editorial bipolarizado e sob o controle de grandes grupos; e as contaminações e ecos estéticos próprios do livro-álbum que se fazem presentes em livros de outros formatos.</p> 2021-12-30T13:54:55+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7502 Adaptar para divulgar: análise do conto A aia, adaptado por Luísa Ducla Soares 2021-12-30T13:54:55+01:00 Filipe Senos Ferreira fsenos@ua.pt <p>As adaptações para jovens de literatura canónica – visando minorar os desfasamentos linguístico-culturais existentes entre a época da receção do texto e a da sua redação e almejando, consequentemente, propiciar a estes <em>leitores em flor</em> um contacto com o cânone literário&nbsp;(Müeller, 2013) – fazem uso de uma série de procedimentos simplificadores que tendem a coincidir com algumas das operações hipertextuais de reformulação textual propostas por Gérard Genette (1989), em <em>Palimpsestes</em>. Partindo destes pressupostos teóricos, tratamos aqui de perceber, por um lado, por que razão e com que finalidade são os textos canónicos – e em especial, alguns dos contos de Eça de Queirós – alvo de adaptações literárias juvenis e de analisar, por outro, as modalidades genettianas de reformulação textual presentes em <em>A aia</em>, adaptação de Luísa Ducla Soares do conto eciano homónimo, inserto na coletânea <em>Seis Contos de Eça </em>(2000).</p> 2021-12-30T13:54:55+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7589 As cores do suicidio em O meu amigo pintor de Lygia Bojunga 2021-12-30T13:54:55+01:00 Thayane Gaspar Jorge thayanegasparj@gmail.com <p>Este trabalho se concentra na temática do suicídio na literatura infantojuvenil, mais especificamente no livro <em>O meu amigo pintor</em> (1987) da escritora brasileira Lygia Bojunga. O livro suscita dois complexos debates: a posição pejorativa e questionável da literatura infantil e juvenil, inferiorizada e desvalorizada no sistema literário e acadêmico; e do suicídio, um interdito envolto por tabus e mitos no universo da psicologia. Bojunga cria uma história que dá protagonismo à criança como ser capaz de entender o mundo, a morte, o luto na sua realidade, sem eufemismo ou mediadores, instrumentalizando a literatura como espaço de diálogo para qualquer tema e faixa etária. E, por outro lado, a autora também faz com que o suicídio seja o tema central entre a crueza e a poeticidade, que não são excludentes nesta obra de Bojunga. A escritora brasileira busca desconstruir, um por um, os mitos que circundam o tema da morte voluntária e o senso comum que silencia o suicídio e que esvazia o seu significado. Bojunga traz ao tema novas cores, nuances, percepções através do mundo infantil, ao optar por uma postura sensível e honesta diante do assunto. O livro trata de tópicos como a condenação moral e religiosa, a romantização do suicídio e patologização do mesmo. Para analisar a maneira com que a autora conduz a sua reflexão, resgatamos os estudos de Albert Camus, Karl Marx, A. Alvarez e Ana Maria Feijoo.</p> 2021-12-30T13:54:55+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7624 Labirintos e casas, portas e segredos: análise do espaço nas novelas juvenis de Ana Teresa Pereira 2021-12-30T13:54:55+01:00 Sara Raquel Duarte Reis da Silva sara_silva@ie.uminho.pt <p>Tentando localizar a Ana Teresa Pereira, autora recoñecida / premiada no campo da chamada literatura canónica ou para adultos, no contexto da escrita contemporánea dedicada preferentemente ao lector xuvenil, procedemos á análise dun conxunto de libros, reunidos baixo a designación “O Labirinto”. Hai cinco obras que integran un “ciclo” desenvolvido ao redor da casa. Estas narracións seguen, de xeito fundamental e ata certo punto, unha fórmula particular de ficción celebrada por coleccións como as que Enid Blyton asinou nos anos 30 do século XX e que continúan sendo actualmente reeditadas e comercializadas a nivel mundial. Non obstante, as novelas xuvenís de Ana Teresa Pereira destacan non só pola forte presenza de misterio e indagación, senón tamén pola densidade simbólica de determinados espazos, como a casa, por exemplo, así como polas resonancias ou alusións intertextuais / culturais proporcionar contacto con autores, extractos de texto, títulos de películas, entre outros.</p> 2021-12-30T13:54:55+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7863 “Twinkle, twinkle, little bat!” Cancións e poemas en Alice’s Adventures in Wonderland 2021-12-30T13:54:55+01:00 Andrea Valeiras andrea.valeiras@udc.es <p><span style="font-weight: 400;">As pezas poéticas e musicais teñen unha gran importancia en</span> <em><span style="font-weight: 400;">Alice’s Adventures in Wonderland</span></em><span style="font-weight: 400;"> (Lewis Carroll, 1865). O seu papel como sátira social e a forma na que foron adaptadas nas distintas versións do texto foron determinantes no posicionamento da historia de Alice na cultura popular, chegando a inspirar temas musicais en contextos non relacionados coa obra. Este estudo fai un percorrido pola historia do texto e explica como os poemas e cancións que foron xurdindo ao longo do tempo contaron a súa parte da historia de <em>Alice</em>, a cal tamén serviu de inspiración para pezas musicais.</span></p> 2021-12-30T13:54:55+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7722 Educar en feminino. María Victoria Moreno e Nosoutras 2021-12-30T13:54:55+01:00 Vanesa Bautista-Fernández vanexoldra@gmail.com 2021-12-30T13:54:56+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7769 Clássicos da Literatura Infantojuvenil em Forma(to) de Livro-Objeto 2021-12-30T13:54:56+01:00 María Lucía González-Castro marialucia.gonzalez.castro@rai.usc.es 2021-12-30T13:54:56+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7875 Camiño e peregrinacións na LIX (Compostela no horizonte) 2021-12-30T13:54:56+01:00 Lucía España Fariñas luef111@gmail.com 2021-12-30T13:54:56+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elos/article/view/7956 Autopsia Educativa 2021-12-30T13:54:56+01:00 Carla Álvarez-Barrio carla.alvarez.barrio@udc.es 2021-12-30T13:54:56+01:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela