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diana maria ferreira martins
Universidade do Minho
Portugal
https://orcid.org/0000-0002-7463-8010
Biografía
Sara Reis da Silva
Universidade do Minho
Portugal
https://orcid.org/0000-0003-0041-728X
Biografía
Núm. 12 (2025), Miscelánea, Páxinas 1 - 13
https://doi.org/10.15304/elos.12.10293
Recibido: 2024-12-03 Publicado: 2025-05-18
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Resumo

Lyman Frank Baum (1856-1919) faz parte do corpo de escritores que se serviram das convenções do universo dos contos de fadas, para, assim, confabularem sociedades alternativas alicerçadas na metáfora e na fantasia (Warner, 2019). O seu conto The Wonderful Wizard of Oz, escrito em 1899 e publicado, pela primeira vez, em 1900, é, hoje, reconhecido como o primeiro conto de fadas moderno americano, tendo contribuído para “a new American form of “fantasy” (Hunt, 1995, p. 225). A pervivência desta narrativa deve-se, em grande parte, à versão fílmica de 1939, dirigida por Victor Fleming (1889-1949) e às canções de Harold Arlen (1905-1986) (compositor americano da célebre música “Over the Rainbow”), bem como às ilustrações de William Wallace Denslow (1856-1915), que parecem ter exercido uma grande influência nesta versão cinematográfica, protagonizada por Judy Garland (1922-1969) e produzida pela Metro-Goldwyn-Mayer (MGM). O presente estudo, fundamentalmente sustentado pela dimensão intertextual inerente ao texto literário, procura destacar as principais singularidades verbo-icónicas de um conjunto de volumes selecionados, ou seja, de um corpus restrito, dirigido a pré-leitores, e arquitetado em torno da jornada de Dorothy pelo caminho de ladrilhos amarelos até à Cidade das Esmeraldas.

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Citas

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