Estudos de Lingüística Galega https://revistas.usc.gal/index.php/elg <p><em>Estudos de Lingüística Galega</em> é unha revista anual fundada en 2009 co obxectivo de crear un espazo de análise crítica e difusión da investigación lingüística e asemade, de debate e intercambio arredor da lingua galega.</p> <p>De acordo con este dobre obxectivo, a revista incorpora dúas seccións, <em>Pescuda</em> e <em>Anada</em>. En Pescuda publícanse artigos de investigación orixinais sobre lingüística e filoloxía nas súas distintas ramas, ocupando un lugar relevante os estudos focados sobre o galego ou de interese para o galego (traballos do campo da romanística, da lingüística xeral, traballos de corte teórico ou metodolóxico etc), así como os referidos ao portugués nas súas distintas variedades. En <em>Anada</em> publícase tanto un inventario da produción científica relacionada co galego e correspondente ao ano anterior a cada número como recensións críticas orixinais de traballos lingüísticos sobre o galego ou de interese para esta lingua.</p> <p><em>Estudos de Lingüística Galega</em> conta co&nbsp;<strong>selo de calidade da FECYT</strong> e aparece indexada en Scopus, ERIH PLUS, ESCI, CSA Linguistics and Language Behavior Abstracts, Linguistic Bibliography, MLA (Modern Language Association), REDALYC, DOAJ, Open Access Digital Library, ISOC, ULRICH, DIALNET, CiteFactor, Cabell's Directory, <a href="http://www.redib.org/">REDIB</a> etc. A ANEP (Agencia Nacional de Evaluación y Prospectiva), CARHUS+ 2014 e CIRC (Clasificación integrada de revistas científicas) categorízana como revista A, o Qualis Periodicos do sistema CAPES como A2 e en MIAR ten un ICDS de 9,5.</p> <p>As linguas do portal web de<em> Estudos de Lingüística Galega </em>son o galego e o inglés; as linguas de publicación son galego, portugués, catalán, español, francés, inglés e italiano.</p> gl-ES <div><p>Ao publicar en <em>Estudos de Lingüística Galega</em>, o autor cede todos os dereitos de explotación do seu artigo á Universidade de Santiago de Compostela, que, coas condicións e limitacións dispostas pola lexislación en materia de propiedade intelectual, é a titular do <em>copyright</em>.</p></div><p class="x_MsoNormal">Salvo indicación contraria, todos os contidos distribúense baixo unha licenza internacional Creative Commons BY-NC-ND 4.0. Calquera forma de reprodución, distribución, comunicación pública ou transformación desta obra non incluída na licenza Creative Commons BY-NC-ND 4.0 só pode ser realizada coa autorización expresa dos titulares, salvo excepción prevista pola lei. Pode acceder Vde. ao texto completo da licenza nesta ligazón: <a class="x_moz-txt-link-freetext" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.gl" target="_blank">https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.gl</a></p><p class="x_MsoNormal"> </p> elgilg@usc.es (Estudos de Lingüística Galega) sepinter@usc.es (USC. Servizo de Publicacións e Intercambio Científico) Tue, 30 Jul 2019 13:07:20 +0200 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Os pronomes clíticos em contextos infinitivos no português antigo https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5050 O fenómeno da subida do clítico é amplamente referido na literatura como uma propriedade dos complexos verbais seja na construção de reestruturação (Rizzi 1982) seja na construção Fazer-<em>Inf</em> (Kayne 1975). Através de um estudo quantitativo a partir de três textos literários, este trabalho tem como objetivo descrever a colocação dos pronomes clíticos em português antigo. São inspecionados dois contextos específicos: i) complexos verbais de reestruturação (para identificar quais os verbos que a permitiam em português antigo) e ii) orações de infinitivo simples e flexionado preposicionadas (para verificar se a preposição é determinante para a posição do clítico, partindo das assunções feitas por Martins 1994 de que, ao longo do século XIII e na primeira metade do XIV, havia instabilidade no padrão de colocação dos pronomes clíticos). No final, verificar-se-á que o padrão de colocação dos pronomes clíticos nas orações de infinitivo simples introduzidas por preposição contribui para a clarificação da fidelidade das cópias tardias de dois textos originais do século XIII. Sandra Pereira Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5050 Tue, 30 Jul 2019 13:07:13 +0200 Redobro de clítico em português europeu https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5054 <div class="page" title="Page 1"><div class="layoutArea"><div class="column"><p>Este artigo investiga a construção de redobro de clítico (RC) em português europeu (PE), que se caracteriza pela dupla expressão de um argumento através de um clítico e de um pronome forte. Em PE, esta construção manifesta-se obrigatoriamente em contextos discursivos e sintáticos em que o clítico, enquanto elemento átono e necessariamente adjacente a um hospedeiro verbal, não pode receber acento prosódico nem participar em construções que requerem autonomia morfossintática. O padrão altamente restritivo da configuração de redobro nesta língua opõe o PE a outras línguas românicas, como o espanhol ou o romeno, em que o RC pode manifestar-se opcionalmente com expressões nominais plenas. Neste trabalho, procuro explicar o contraste entre o RC em PE e noutras línguas propondo que à designação de RC correspondem duas construções distintas. Concretamente, defendo que em PE o clítico não é a manifestação do redobro de um argumento, como é tradicionalmente assumido nas análises para outras línguas, mas o próprio argumento redobrado. Na análise que apresento, clítico e pronome forte estão associados por movimento e a configuração de redobro resulta da produção das duas cópias da cadeia de movimento para satisfação de um requisito em PF. O RC em PE é, nesta perspetiva, um fenómeno de interface que envolve duas operações independentemente motivadas: o movimento sintático do clítico para cliticização ao hospedeiro verbal e a realização do pronome forte em PF para atribuição de acento prosódico.</p></div></div></div> Catarina Magro Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5054 Wed, 31 Jul 2019 09:54:48 +0200 Política lingüística familiar. O papel dos proxenitores pro-galego na transmisión interxeracional https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5064 <p>Nunha sociedade bilingüe cada individuo adulto ten as súas propias prácticas lingüísticas e crenzas sobre a elección do idioma dentro da familia; polo tanto, as prácticas lingüísticas no ámbito familiar son sumamente importantes para entender o proceso de transmisión interxeracional dunha lingua desfavorecida. O principal obxectivo deste traballo é investigar as estratexias para a transmisión interxeracional do galego no contexto familiar dos hábitats urbano e peri-urbano. Cun enfoque etnográfico, analizarase a axencia dos proxenitores pro-galego que, a través das súas crenzas e prácticas lingüísticas individuais, desempeñan un papel relevante na revitalización e mantemento da lingua fóra da escola, concretamente na familia. Para este estudo entrevistáronse proxenitores que pasaron polo sistema educativo de Galicia a partir de 1975 e viviron as primeiras políticas lingüísticas da Autonomía. A través de datos etnográficos, analízanse notas de campo e observacións, entrevistas semi-estruturadas cos proxenitores de Santiago de Compostela e Bertamiráns e dous grupos de discusión en Vigo e Santiago. Neste estudo tamén se propón unha aproximación de conceptos sociolingüísticos como política lingüística familiar e os seus efectos inmediatos na práctica lingüística a nivel micro, a planificación das linguas na familia e as estratexias que os proxenitores utilizan para transmitir a lingua galega.</p> Anik Nandi Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5064 Tue, 30 Jul 2019 13:07:14 +0200 Fluctuación prefijal en el gallego-portugués y en el castellano medievales https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5105 <p>En el gallego-portugués medieval y en el castellano antiguo coexisten verbos corradicales con y sin prefijo (<em>acuydar y cuydar, esguardar y guardar</em>), semánticamente equivalentes o aproximados. Paralelamente, en el portugués y en el castellano actuales hay formas como <em>agradecer</em>, otrora no prefijados (<em>gradecer</em>). Ambos procesos de pérdida o añadidura prefijales actúan involucrados en flujos de variación y cambio, resultando comúnmente en el solapamiento de una de las voces, durante o tras el medievo. Se propone una reflexión sobre las motivaciones de estos diferentes trayectos prefijales, considerándose la estructura de la base verbal, la naturaleza del prefijo, en el latín y en romance, y factores de naturaleza externa que pueden estar en la base de la coexistencia, durante varios siglos, de dos formas corradicales o de la pérdida de tal convivencia.</p><p> </p><p> </p> Graça Rio-Torto, Mailson Lopes Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5105 Tue, 30 Jul 2019 13:07:15 +0200 Sujeito Nulo e Ordem Verbo-Sujeito no português brasileiro: análise diacrônica https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5123 Este artigo apresenta evidências empíricas de que a mudança na remarcação do valor do Parâmetro do Sujeito Nulo no português brasileiro desencadeia o aparecimento de outras estruturas elencadas entre os feixes de propriedades relacionadas às línguas [+Sujeito Nulo] do grupo românico. A pesquisa se baseia em evidências diacrônicas e sincrônicas, que provêm de estudos que analisaram os diferentes fenômenos, todos associados a propriedades do Parâmetro do Sujeito Nulo, a partir das falas de roteiros de peças de teatro escritas no Rio de Janeiro ao longo dos séculos 19 e 20 e de entrevistas sociolinguísticas com falantes cariocas. Ao comparar, sistematizar e analisar os resultados desses estudos em conjunto, mostramos que, à medida que os sujeitos pronominais, tanto de referência definida quanto indeterminada, se tornam pronomes foneticamente realizados, a ordem verbo-sujeito é afetada, tanto em estruturas com verbos inacusativos como em interrogativas Q. A realização fonética do sujeito expletivo, que seria um efeito colateral esperado para essa mudança, não é atestada. No entanto, outras estratégias são implementadas no sistema, entre as quais o alçamento de constituintes para evitar um expletivo nulo, o que é compatível com um sistema com proeminência de tópico, que caracteriza o português brasileiro. Maria Eugênia Lammoglia Duarte, Humberto Soares da Silva Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5123 Tue, 30 Jul 2019 13:07:16 +0200 <i>Consirar</i> e <i>entender</i> em português – elementos para um estudo diacrónico https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5135 <p>Em português contemporâneo, verbos como <em>considerar</em> e <em>entender</em> contrastam nos seus usos mais ‘lexicais’, mas aproximam-se no seu funcionamento em construções nas quais são gerados valores caraterizáveis como epistémicos, no sentido em que há uma marcação linguística da validação subjetiva do que é expresso. No presente trabalho pretende-se investigar os fatores que terão determinado, em diacronia, a emergência desses valores, vindo, portanto, a determinar uma convergência (necessariamente não plena) entre <em>considerar</em> e <em>entender</em> nos seus usos (mais) gramaticais, sempre considerando a oposição ‘lexical’ / ‘gramatical’ como uma oposição não discreta. Tendo em vista este objetivo, apresentam-se e discutem-se dados relativos a <em>consirar</em> e <em>entender</em> recolhidos em textos dos períodos antigo e médio da história da língua portuguesa (séculos XIII a XV), que foram selecionados em função da datação dos testemunhos, diversidade genológica e fiabilidade das edições. Identificam-se as várias construções em que <em>consirar</em> e<em> entender</em> ocorrem e assinalam-se diferentes tipos de fatores que aparentemente determinam a possibilidade de leituras epistémicas. Os dados levantados evidenciam diferentes fases do processo de emergência de valores epistémicos entre os dois verbos, mas revelam também, aparentemente, a interferência de fatores contextuais do mesmo tipo na emergência desse tipo de interpretação, o que teria determinado a sua tendencial convergência nos usos epistémicos. Conclui-se com breves notas sobre caminhos a explorar no alargamento futuro da investigação, nomeadamente incluindo outras formas / construções em competição, quer com verbos, como <em>achar</em> e <em>julgar</em>, que sincronicamente mostram restrições de ocorrência distintas de <em>considerar</em> e <em>entender</em>, quer com os verbos haver e ter, que exibem funcionamentos tipicamente mais gramaticalizados, e que no passado da língua podiam também, em diferentes construções, ter valores caraterizáveis como epistémicos.</p> Maria Teresa Brocardo Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5135 Tue, 30 Jul 2019 13:07:16 +0200 La expresión epistémica <i>si cuadra</i> en español de Galicia https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5343 <p>El objetivo de este trabajo es analizar el empleo de la forma <em>si cuadra</em> como marca de posibilidad epistémica en español de Galicia. Se explora la hipótesis de que dicho empleo sea el resultado de un fenómeno de transferencia o calco del adverbio gallego <em>se cadra</em>, documentado en esta lengua desde el siglo XIX. Los datos recopilados para el español, tanto de corpus como de internet, revelan que en diferentes variedades del español se emplea <em>si cuadra </em>como cláusula parentética reducida con la forma de una prótasis condicional, con valor de “si es conveniente” (español general) o de “si es oportuno” (al menos en español peninsular noroccidental y canario). La comparación entre la formación adverbial y la cláusula parentética reducida de la que proviene permite identificar los cambios sintácticos que explican el proceso de fijación y adverbialización de la construcción. En el trabajo también se discute cuál es la trayectoria que propicia el cambio semántico; con datos del portugués, del gallego y del español se postula que la construcción fuente no es aquella en la que <em>cuadrar, cadrar</em> o<em> calhar</em> expresan conveniencia (Pinto de Lima 2008 para el portugués), sino la de evento casual, fruto de azar, en línea con el análisis propuesto por López Couso / Méndez Naya (2017) para algunas expresiones epistémicas del inglés. El trabajo está basado en datos obtenidos de varios corpus, entre los que destacan el TILG (gallego) CdP (portugués), CdE, ESLORA y los corpus académicos para el español.</p> María José Rodríguez Espiñeira Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5343 Tue, 30 Jul 2019 13:07:17 +0200 Considerações sobre a cronologia de algumas mudanças na morfologia verbal do (galego)-português https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5392 <p>Neste artigo, estudaremos as cronologias das mudanças de alguns fenómenos relacionados com a morfologia verbal (galego)-portuguesa, nomeadamente: (i) Particípios passados de verbos da 2ª conjugação, (ii) O -<em>d-</em> intervocálico no morfema número-pessoal de P5; (iii) Verbos incoativos em -<em>ecer</em>; (iv) Manutenção de -<em>e</em> em formas de Presente do indicativo (com fonema pré-palatal no radical); (v) Mudanças de radical e regularização analógica na flexão de alguns verbos; (vi) Particípios fortes e truncados. O <em>corpus</em> usado consiste numa coleção documental constituída por 153 documentos notariais lavrados entre os séculos XIII e XVI, no mosteiro de Santa Maria de Alcobaça e seus coutos. Não obstante reconhecermos que as cronologias não coincidem simultaneamente para todos os fenómenos, mostrar-se-á que é possível estabelecer diferentes etapas evolutivas, com balizas cronológicas diferenciadas e delimitadas. Esta constatação aponta para a necessidade de se considerar a dimensão diacrónica quando se pretende comparar as línguas ibero-românicas atuais.</p> Maria José Carvalho Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5392 Wed, 31 Jul 2019 00:00:00 +0200 A ideoloxía no <i>Dicionario da Real Academia Galega (DRAG)</i> https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5648 <span lang="ES">O obxectivo deste estudo é analizar a ideoloxía do <em>Dicionario da Real Academia Galega</em>(<em>DRAG</em>) tendo en conta o seu carácter lexitimador na sociedade, así coma a relevancia da súa presenza nos eidos da educación e da aquisición da lingua. En concreto, os resultados clasifícanse nos ámbitos da relixión, a política e os temas de xénero. Para acadar o fin exposto realizouse unha lectura exhaustiva do repertorio aloxado na páxina web da RAG, incluíndo as actualizacións máis recentes acometidas ao longo de 2018. Como resultado obtívose un corpus composto por 808 artigos lexicográficos, cuxa forma lematizada recóllese como apéndice para poder servir de guía en traballos complementarios posteriores. Os 808 artigos foron sometidos a análise lingüística desenvolvida con perspectiva crítica seguindo a metodoloxía da análise crítica do discurso lexicográfico (Autor 2012 e 2016b). Entre as conclusións fundamentais destaca a continua actualización da obra analizada, na que se constata unha preocupación pola busca de neutralidade nas definicións e un interese por ofrecer unha cosmovisión ampla, non reducida ás ideoloxías dominantes. Con todo, tamén é preciso sinalar que a análise revela un traballo intenso no futuro no relativo á adaptación deste dicionario a algunhas das medidas da linguaxe inclusiva que permitan maior visibilidade da muller, así como unha revisión da representación do catolicismo como relixión <em>por defecto</em>.</span> Susana Rodríguez Barcia Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5648 Tue, 30 Jul 2019 13:07:18 +0200 Rasgos de continuidad del gallego en documentos del monasterio de San Andrés de Espinareda (León) en el siglo XIII https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5776 La finalidad de este trabajo es exponer una serie de rasgos lingüísticos contenidos en documentos notariales del siglo XIII, custodiados en el monasterio de San Andrés de Vega de Espinareda (El Bierzo, León), que muestran, en distinto grado, la continuidad del gallego en el registro escrito y su convivencia con soluciones del asturianoleonés occidental, comunes en ocasiones, diferentes otras veces. Hemos seleccionado rasgos pertenecientes a los niveles graficofonético, morfosintáctico y léxico, puesto que en los tres puede observarse la continuidad. Se trata de un análisis básicamente descriptivo, a partir de los datos que ofrecen los testimonios manejados, datos que se comparan con los que conocemos para las variedades lingüísticas del entorno geográfico más próximo en la Baja Edad Media. A partir de esta comparación se pone de manifiesto la distribución geográfica de las voces y rasgos estudiados, que muestran diferencias, con distintos grados de extensión y, en definitiva, prueban la existencia del continuo dialectal y la falta de fronteras lingüísticas nítidas entre las variedades colindantes. Patricia Giménez Eguíbar, M.ª Nieves Sánchez González de Herrero Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5776 Tue, 30 Jul 2019 13:07:18 +0200 Ana Zabalza Seguín (dir.). <i>De Engracia a Garazi. El misterio de los nombres en Navarra (Engraxitik Garazira. Izenen misterioa Nafarroan)</i>. Zizur Txikia: Aranzadi. 2018. 294 pp. https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5422 Paulo Martínez Lema Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5422 Tue, 30 Jul 2019 13:07:19 +0200 Neus Nogué. <i>La nova normativa a la butxaca</i>. Barcelona: Publicacións de l'Abadia de Montserrat. 2018. 157 pp. https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6072 Esteve Valls Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6072 Tue, 30 Jul 2019 13:07:20 +0200 Ramón Mariño Paz. <i>Fonética e fonoloxía históricas da lingua galega</i>. Vigo: Edicións Xerais de Galicia. 2017. 699 pp. https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5937 <p align="center"> </p><p> </p> Paulo Osório Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5937 Tue, 30 Jul 2019 13:07:20 +0200 Pär Larson. <i>La lingua delle cantigas. Grammatica del galego-portoghese</i>. Roma: Carocci editore, 2018. 139 pp. https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5940 Xoán López Viñas Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5940 Tue, 30 Jul 2019 13:07:20 +0200