https://revistas.usc.gal/index.php/elg/issue/feed Estudos de Lingüística Galega 2020-07-31T10:55:24+02:00 Estudos de Lingüística Galega elgilg@usc.es Open Journal Systems <p><em>Estudos de Lingüística Galega </em>é unha revista universitaria de publicación anual e temática centrada nos estudos de lingüística das linguas románicas, de xeito especial nas investigacións sobre a lingua galega. De acordo con este propósito, na revista publícanse artigos de investigación orixinais sobre investigación lingüística das variedades románicas (sección <em>Pescuda</em>) e comentarios críticos de publicacións que atangan ó ámbito da revista (sección <em>Recensións</em>)</p> <p><em>Estudos de Lingüística Galega</em> conta co&nbsp;<a href="https://calidadrevistas.fecyt.es/listado-revistas/37?field_anyo_value%5Bvalue%5D%5Byear%5D=2019"><strong>selo de calidade da FECYT </strong></a>(2019; cuartil C2) e aparece indexada en Scopus, ERIH PLUS, ESCI, CSA Linguistics and Language Behavior Abstracts, Linguistic Bibliography, MLA (Modern Language Association), REDALYC, DOAJ, Open Access Digital Library, ISOC, ULRICH, DIALNET, CiteFactor, Cabell's Directory, <a href="http://www.redib.org/">REDIB</a> etc. A ANEP (Agencia Nacional de Evaluación y Prospectiva), CARHUS+ 2014 e CIRC (Clasificación integrada de revistas científicas) categorízana como revista A, o Qualis Periodicos do sistema CAPES como A2 e en MIAR ten un ICDS de 9,5 (2019).</p> <p>As linguas do portal web de<em> Estudos de Lingüística Galega </em>son o galego e o inglés; as linguas de publicación son galego, portugués, catalán, español, francés, inglés e italiano.</p> <p><span class="aCOpRe">ISSN 1889-2566<br></span>ISSN-e&nbsp;1989-578X</p> https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5609 Gramaticalização de construções condicionais em português: trajetórias de mudança do nome <i>caso</i> 2020-07-30T17:36:21+02:00 Sanderléia Roberta Longhin sanderleia.longhin@unesp.br O objetivo deste trabalho é investigar os processos de mudança linguística que deram origem às construções condicionais com <em>caso,</em> na história do português. À luz do quadro teórico da gramaticalização (Heine &amp; Kuteva 2007,;Bybee 2010, 2015), aliado às tendências translinguísticas acerca da emergência de condicionais (Traugott 1985; Kortmann 1997), busco respaldo diacrônico para responder ao <em>quando</em> e ao <em>como</em> dessas mudanças. A análise é fundada em dados extraídos de uma amostra longitudinal, que reúne textos de gêneros diversos, produzidos ao longo dos séculos XIV ao XX. O eixo central da investigação repousa no exame das propriedades do item nominal fonte que habilitaram a formação de diferentes padrões funcionais de <em>caso, </em>no âmbito da junção condicional. Argumento que o nome <em>caso </em>integra um subconjunto particular de “<em>shell nouns”</em> (Schmid 2000), <em>genéricos</em> e <em>inespecíficos</em>, cujas propriedades semântico-cognitivas e textuais permitem explicar sua seleção para expressão condicional nos diferentes padrões. Os resultados da pesquisa, obtidos na conjugação das abordagens qualitativa e quantitativa, fornecem um conjunto de evidências sobre os contextos condicionadores da mudança, sobre possíveis relações de derivação entre os padrões de <em>caso </em>e sobre a gradiência na constituição das formas e dos significados. 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5747 Análise comparativa dos dous últimos decretos de distribución de linguas no ensino galego 2020-07-30T17:36:22+02:00 Mario Gradín Martínez mgradin@uvigo.es <p class="AbstractResumoELGA" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: small;" lang="GL">Dende a entrada en vigor da Lei de normalización lingüística, a meirande parte dos esforzos a prol da recuperación e da dignificación social do galego foron dirixidos ao ensino non universitario, ao considerarse como un dos eidos de actuación principais. Porén, o tratamento que se lle deu á lingua galega nas aulas foi cualificado a miúdo como <em>de mínimos </em>ou <em>de baixa intensidade, </em>polo menos<em> </em>ata a chegada da coalición de goberno entre o Partido dos Socialistas de Galicia e o Bloque Nacionalista Galego: durante o seu período ao mando da Xunta, a devandita coalición aplicou o <em>Decreto 124/2007, do 28 de xuño, polo que se regula o uso e a promoción do galego no sistema educativo</em>. Este texto representa o maior avance rexistrado cara á normalización do idioma nas aulas, priorizándose o seu emprego para contrarrestar os usos sociais privilexiados (e dominantes) do castelán no resto da sociedade. Non obstante, coa vitoria do Partido Popular de Galicia nas eleccións do 2009, o Decreto 124 foi derrogado e substituído polo <em>Decreto 79/2010, do 20 de maio, para o plurilingüismo no ensino non universitario de Galicia</em>, co que en esencia se suprimiu o tratamento favorable á lingua nas aulas e se fixo unha distribución igualitaria, baixo unha perspectiva estritamente cuantitativa, entre o galego e o castelán. Partindo disto, neste estudo elaboramos unha análise contrastiva de ambos os dous textos para amosar que modelos de educación bilingüe se aplicaron con cada decreto, intentando demostrar que a miúdo as políticas lingüísticas desenvoltas pola Xunta no ensino pretenderon manter a desigualdade entre as dúas linguas oficiais, máis que responder a un verdadeiro compromiso pola normalización do galego.</span></p> 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5987 A formação dos tempos compostos em português nos séculos XVII e XVIII 2020-07-30T17:36:22+02:00 Juan M. Carrasco González jcarrasc@unex.es <p>O propósito deste trabalho é analisar a evolução dos tempos compostos em português (com os auxiliares TER, HAVER e SER), entre os séculos XVII e XVIII, como continuação de estudos prévios sobre o século XVI e primeira metade do século XVII. Para isso, será analisado um <em>corpus </em>constituído pela obra do P<sup>e</sup>. António Vieira em comparação com vários textos do século XVIII. Para a formação dos tempos compostos no período clássico, foram considerados os contributos de AUTOR, Mattos e Silva e, muito especialmente, Harre, o único até ao momento dedicado a este período. O facto de não utilizar grandes <em>corpora </em>linguísticos permite uma análise mais pormenorizada de cada caso, bem como estabelecer conclusões a propósito de diferentes registos de língua e usos estilísticos. Por outro lado, o <em>corpus </em>utilizado é, especialmente no caso do padre António Vieira, muito extenso e suficientemente significativo, não só para documentar cada construção de tempo composto, mas também para avaliar a sua evolução no período selecionado.</p> 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/5988 The avertive <i>hube de</i> + infinitive in Spanish 2020-07-30T17:36:22+02:00 Carsten Sinner sinner@uni-leipzig.de Jana Dowah janadowah@gmail.com <p class="AbstractResumoELGA">In this contribution, we present the results of a representative perception study that was carried out to determine how the verbal periphrase <em>hube de</em> + inf. is understood in Cuban and Argentinian Spanish and whether the Galician avertive lead to the presence of this category in those varieties. By means of analyzing interviews conducted in different Spanish cities (Barcelona, Madrid, Santiago de Compostela), Argentinian cities (Buenos Aires, Mendoza, Santiago del Estero, Tucumán, Córdoba and other cities in the province of Córdoba), Uruguay (Montevideo), and Cuba (Havana, Santa Clara), it was possible to show that in the Cuban variety of Spanish and in River Plate Spanish—Uruguay, Buenos Aires, Argentinian Northwest—there is no trace of an influence of the Galician avertive <em>hube de</em> + inf., while it gives proof of the existence of at least a perception of the avertive <em>hube de</em> + inf. in the Cordoban variety of Argentinian Spanish.</p> 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6353 Polarity, expression of degree and negation: the vernacular form <i>caraças</i> 2020-07-30T17:36:22+02:00 Clara Pinto claragpinto@gmail.com <p class="TtulopalabrasclavekeywordsELGA">This paper presents the vernacular form <em>caraças</em> which, in European Portuguese (EP) is associated to multiple contexts, differents from its use as a feminine common noun. The data I will present shows that <em>caraças</em> behaves as a polarity item, without referential interpretation. On the one hand, <em>caraças</em>behaves as a minimizer, a subtype of Negative Polarity Item (NPI), being associated to the lowest point of a scale of value. On the other hand, it also behaves as a Positive Polarity Item (PPI), expressing maximal degrees, therefore being a maximizer. The fact that <em>caraças</em> occurs simultaneously as a NPI and a PPI could indicate we are in the presence of a bipolar element, as described by van der Wouden (1997). Nevertheless, data suggests that there are two distinct items <em>caraças</em>, one of them being a NPI and the other a PPI.</p><p class="TtulopalabrasclavekeywordsELGA"><span lang="EN-US">The form <em>caraças</em> is also associated to other contexts of use, namely as a metalinguistic negation marker and in evaluative constructions such as N-of-an-N constructions. We also find it functioning as an interjection in exclamative sentences.</span></p><p class="TtulopalabrasclavekeywordsELGA">Although the feminine common noun <em>caraça</em> (augmentative of <em>cara</em> ‘face’) remains in the lexicon as synonym of <em>mask</em>, the polarity item <em>caraças</em> does not result from a process of grammaticalization of the common noun, as documented for other polarity items. In this paper I will put forth the idea that <em>caraças</em>, in its masculine singular form, appeared as an euphemistic variant of <em>caralho</em> ‘dick’, a highly offensive taboo term, used to designate the masculine sexual organ.</p> 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6078 Galego e português no <i>Cancioneiro</i> inédito de Cipriano Torre Enciso 2020-07-31T10:55:24+02:00 Xosé Manuel Sánchez Rei sanrei@udc.gal <p>Os materiais de literatura oral coligidos pelo polígrafo galego Cipriano Torre Enciso (1902-1994) enformam uma obra de aproximadamente 7.000 textos de extração popular. Entre as caraterísticas que a definem, verifica-se uma de relevância no conjunto de traballos editoriales galegos desta natureza, como é o facto de o coletor incorporar textos provenientes do cancioneiro português. Esse traço pode comprovar-se do ponto de vista linguístico ao se detetarem fenómenos gramaticais e lexicais presentemente mais próprios ou exclusivos da língua em Portugal do que na Galiza.</p> 2020-03-16T00:00:00+01:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6040 Caracterização e problemas atuais do barranquenho: contribuições para uma política de revitalização 2020-07-30T17:36:22+02:00 María Victoria Navas Sánchez-Élez mvnavas@filol.ucm.es Maria Filomena Gonçalves mfg@uevora.pt <p>Neste artigo analisa-se a situação atual ‒ resultado do contacto multissecular entre o português e o espanhol ‒ de uma variedade linguística mista falada numa vila portuguesa do Alentejo: o barranquenho. O objetivo deste trabalho é propor uma revisão do estatuto e da tipologia até agora atribuídos a esta variedade – dialeto, fala fronteiriça ou raiana – que, em virtude das suas características, deveria ser tratada como uma língua de contacto, minoritária, ameaçada e em perigo de extinção. A metodologia utilizada consiste em compulsar várias fontes relativas ao barranquenho, assim como dados recolhidos em inquéritos realizados em Barrancos, de maneira a averiguar-se a perceção que, de fora da comunidade, se tem do barranquenho, mas também a consciência linguística da própria comunidade sobre a sua língua. Com este estudo pretende-se contribuir para o reconhecimento do barranquenho como língua <em>lato sensu</em> e mostrar a necessidade de uma política e planificação linguísticas que permita preservá-la das ameaças que sobre ela pairam.</p> 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6660 Laura Rodríguez Salgado & Iria Vázquez Silva (eds.). <i>Muller inmigrante, lingua e sociedade</i>. Vigo: Editorial Galaxia. 2017. 244 pp. 2020-07-30T17:36:22+02:00 Natalia Lodeiros Souto lodeirosoutonati@gmail.com 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6665 Abby Kaplan. <i>Women Talk More than Men... And Other Myths about Language Explained</i>. Cambridge, United Kingdom: Cambridge University Press. 2016. 310 pp. 2020-07-30T17:36:22+02:00 Tatiana Seijo Rodriguez tatianaseijo23@gmail.com 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6933 Ana Isabel Boullón Agrelo (ed.). <i>Antroponimia e lexicografía</i>. Santiago de Compostela: Consello da Cultura Galega. 2017. 334 pp. 2020-07-30T17:36:22+02:00 Eduardo Louredo Rodríguez eduardolouredo@gmail.com 2020-07-30T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2020 Estudos de Lingüística Galega