https://revistas.usc.gal/index.php/elg/issue/feed Estudos de Lingüística Galega 2021-08-25T10:54:48+02:00 Estudos de Lingüística Galega elgilg@usc.es Open Journal Systems <p><em>Estudos de Lingüística Galega </em>é unha revista universitaria de publicación anual e temática centrada nos estudos de lingüística das linguas románicas, de xeito especial nas investigacións sobre a lingua galega. De acordo con este propósito, na revista publícanse artigos de investigación orixinais sobre investigación lingüística das variedades románicas (sección <em>Pescuda</em>) e comentarios críticos de publicacións que atangan ó ámbito da revista (sección <em>Recensións</em>)</p> <p><em>Estudos de Lingüística Galega</em> conta co&nbsp;<a href="https://calidadrevistas.fecyt.es/listado-revistas/37?field_anyo_value%5Bvalue%5D%5Byear%5D=2019"><strong>selo de calidade da FECYT </strong></a>(2019; cuartil C2) e aparece indexada en Scopus, ERIH PLUS, ESCI, CSA Linguistics and Language Behavior Abstracts, Linguistic Bibliography, MLA (Modern Language Association), REDALYC, DOAJ, Open Access Digital Library, ISOC, ULRICH, DIALNET, CiteFactor, Cabell's Directory, <a href="http://www.redib.org/">REDIB</a> etc. A ANEP (Agencia Nacional de Evaluación y Prospectiva), CARHUS+ 2014 e CIRC (Clasificación integrada de revistas científicas) categorízana como revista A, o Qualis Periodicos do sistema CAPES como A2 e en MIAR ten un ICDS de 9,5 (2019).</p> <p>As linguas do portal web de<em> Estudos de Lingüística Galega </em>son o galego e o inglés; as linguas de publicación son galego, portugués, catalán, español, francés, inglés e italiano.</p> <p><span class="aCOpRe">ISSN 1889-2566<br></span>ISSN-e&nbsp;1989-578X</p> https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6631 O infinitivo flexionado en galego: unha análise variacionista baseada na lingua oral 2021-08-16T08:05:55+02:00 Javier Rivas rivasrod@colorado.edu Esther L. Brown brownel@colorado.edu <p>O presente traballo ofrece os resultados da primeira análise variacionista do infinitivo flexionado en galego no contexto das cláusulas adverbiais co obxectivo de identificar a gramática probabilística da dita construción, en contraposición ao infinitivo invariable e ao subxuntivo. Os resultados suxiren que os patróns de uso do infinitivo flexionado están condicionados principalmente polo grao de accesibilidade do referente do suxeito da cláusula adverbial. Canto máis baixa é a accesibilidade do dito suxeito, maior é a posibilidade de que apareza a forma flexionada. Ademais, a análise variacionista amosa que, a medida que aumenta a complexidade sintáctica da cláusula, aumenta tamén a probabilidade de que apareza o subxuntivo. Polo tanto, o uso do infinitivo flexionado está restrinxido a cláusulas cunha complexidade sintáctica reducida. Os resultados están baseados nos datos do <em>CORILGA,</em> un extenso corpus de galego oral dun millón catrocentas mil palabras. Compárase tamén o infinitivo flexionado en galego e portugués en canto á frecuencia e contextos de uso así como á súa aparición cun suxeito nominativo co obxectivo último de proporcionarmos datos novos dunha lingua (galego) pouco estudada para contribuír ao coñecemento do infinitivo flexionado, un fenómeno gramatical excepcional nas linguas do mundo.</p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6463 Propriedades Temporais do Futuro Simples em Português Europeu 2021-08-16T08:04:10+02:00 Luís Filipe Cunha luisfilipeleitecunha@gmail.com <p>O objetivo central do presente trabalho é o de discutir algumas das propriedades temporais que caracterizam o Futuro Simples em Português Europeu. Começaremos por demonstrar que, embora este tempo gramatical veicule frequentemente informação de cariz modal, existem inúmeros contextos em que a sua função é claramente a de localizar uma situação num intervalo futuro. Nesse sentido, discutiremos algumas propostas de análise para o Futuro Simples que nos permitam dar conta das suas propriedades temporais. Assumiremos que o referido tempo gramatical exprime tipicamente uma relação de posterioridade no que diz respeito ao momento da enunciação. Uma tal abordagem permite-nos dar conta não apenas dos casos de mera localização das eventualidades no eixo temporal, mas também das restrições aspetuais a que a designada leitura conjetural do Futuro Simples está sujeita. Finalmente, estabeleceremos uma comparação sistemática entre as propriedades temporais do Futuro Simples e da construção <em>ir</em> (no Presente do Indicativo) + Infinitivo, sustentando a ideia de que esta última apresenta restrições adicionais a nível temporal – em particular, a imposição de uma fronteira posterior a <em>t0</em> para além da qual as situações não se poderiam estender –, o que explicaria a total impossibilidade da sua comparência em configurações de sobreposição ao momento da enunciação, mesmo quando estão em causa predicações estativas.</p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/6997 Microvariação na sintaxe dos clíticos: os dialetos portugueses dos Açores e Madeira 2021-08-16T08:08:18+02:00 Ana Maria Martins anamartins@letras.ulisboa.pt <p>Este artigo estuda a colocação dos pronomes clíticos nos dialetos portugueses dos Açores e Madeira. A base empírica é o <em>Corpus dialetal para o estudo da sintaxe</em> (CORDIAL-SIN). Uma primeira abordagem panorâmica mostra que estes dialetos apresentam tipicamente o padrão geral de colocação dos clíticos do português europeu, mas admitem igualmente colocações atípicas, com expressão quantitativa significativa. A investigação foca-se depois em dois tipos de colocação atípica: a ênclise ao verbo finito em configurações sintáticas tipicamente indutoras de colocação proclítica; e a próclise a formas não finitas do verbo em configurações sintáticas onde, tipicamente, se esperaría a ênclise. Os dois tipos de colocação atípica são analisados na sua expressão quantitativa, distribuição geográfica e distribuição por estruturas sintáticas, mostrando-se a ênclise atípica especialmente produtiva com certos advérbios (<em>até</em>, <em>também</em>) e nas orações relativas (resuntivas e cortadoras). Numa perspetiva geolingüística, as nove ilhas dos Açores apresentam uma relativa homogeneidade, não sendo possível identificar, de forma consistente, subáreas dialetais. Já no arquipélago da Madeira observa-se uma clara separação entre a ilha da Madeira (representada no CORDIAL-SIN por Câmara de Lobos e Caniçal) e a ilha de Porto Santo, em particular a Camacha. A Madeira destaca-se pela forte incidência da ênclise atípica nas frases finitas e Porto Santo pela incidência da próclise atípica nas frases com infinitivo e gerúndio. Globlamente, a ênclise atípica está mais representada no corpus em número de ocorrências, mas a próclise atípica é percentualmente mais expressiva e tem paralelo em factos conhecidos das variedades não europeias do português.</p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/7386 A categoría da modalidade e a súa expresión na lingua galega 2021-08-25T10:42:24+02:00 Vítor Míguez vitor.miguez@usc.gal <p style="margin-bottom: 0.21cm; line-height: 150%; orphans: 0; widows: 0;" lang="es-ES" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span lang="gl-ES">A modalidade é unha categoría de análise de grande éxito na lingüística que recibiu escasa atención nos estudos sobre o galego. Esta contribución mostra as dificultades con que baten os achegamentos lingüísticos tradicionais á hora de alcanzar unha definición coherente da modalidade e defende, a partir do exame da realización interlingüística das categorías modais, que a modalidade tal e como foi entendida tradicionalmente dá cobertura a trazos peculiares das linguas máis estudadas e que estes son escasamente representativos do comportamento xeral das linguas. Como alternativa, proponse un marco de traballo para o tratamento das categorías modais que </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span lang="gl-ES">diverxe do achegamento tradicional, na medida en que</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span lang="gl-ES"> parte dunha definición estrita dos dominios conceptuais e dunha perspectiva ampla da súa realización formal. Neste marco, o concepto de modalidade perde protagonismo para deixar paso ás nocións, conceptualmente simples e coherentes, de modalidade deóntica, modalidade epistémica, modalidade inferencial e modalidade afectiva. Estas nocións constitúen dominios semánticos independentes, mais posúen características comparables en termos de estrutura e alcance semánticos. A argumentación acompáñase de exemplos, tirados dun corpus electrónico, representativos da variedade formal que ofrece o galego para a expresión destas categorías semánticas.</span></span></span></p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/7409 Aplicación de recursos de xeración automática da lingua para estudos comparativos 2021-08-25T10:54:48+02:00 María José Domínguez Vázquez majo.dominguez@usc.es María Caíña Hurtado m.cai.hurtado@gmail.com <p>O principal obxectivo deste traballo é presentar unha das posibles aplicacións dos xeradores automáticos da lingua <em>Xera</em> e <em>XeraWord</em>: o seu emprego para a análise multicontrastiva. Estes prototipos plurilingües presentan a argumentación valencial de substantivos en español, francés e alemán —<em>Xera</em>— e en galego e portugués —<em>XeraWord</em>. Dado que son concibidos como novos recursos valenciais lexicográficos, cómpre realizarmos unha breve descrición da metodoloxía e da teoría na que se sustentan, así como unha incursión no emprego dos recursos valenciais. A presentación de <em>XeraWord</em>, o máis recente dos prototipos, conxuga tanto a aproximación no manexo do recurso como os diferentes niveis de análise sintáctico-semántica que o conforman, os cales beben do simulador <em>Xera</em>. Co fin de exemplificar a aplicación comparativa botando man dos datos dos simuladores centrámonos na expresión da dirección no substantivo fuxida e os seus equivalentes en alemán, español e portugués.</p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/7596 Análise construcional das perífrases cursivas de gerúndio: um estudo comparativo do galego e do português 2021-08-25T10:31:03+02:00 Quezia dos Santos Lopes Oliveira queziaslopes@gmail.com <p>Este artigo se propõe a analisar, num dado recorte temporal (séculos XX e XXI), as construções perifrásticas de gerúndio marcadoras do aspecto imperfectivo cursivo no galego, especificamente as formadas pelos auxiliares <em>estar</em> e <em>ficar</em>. O objetivo deste estudo é comparar os resultados iniciais encontrados para o comportamento dessas construções no galego com os já atestados para o português quanto ao mesmo fenômeno. O trabalho segue a orientação dos modelos baseados no uso e da abordagem de construcionalização e mudança construcional de Traugott &amp; Trousdale (2013). A análise é comparativa. O método correspondeu à coleta dos dados em dois bancos de textos do galego contemporâneo e à análise desses dados quanto a fatores analíticos que caracterizassem o contexto de ocorrência dessas construções, a saber: tipo semântico do verbo principal (V2), animacidade do sujeito e presença de material interveniente entre os elementos da perífrase (Verbo auxiliar (V1) e principal (V2)). Os resultados apontam para um perfil de uso das construções [<em>estar</em> +X-<em>ndo</em>]<sub> cursivo</sub> e [<em>ficar</em> +X-<em>ndo</em>]<sub>cursivo</sub> muito semelhante nas duas línguas em análise, ratificando, portanto, a hipótese sugerida para o fenômeno no português em Oliveira (2018) de que a construção formada por <em>estar</em> está mais avançada no processo de mudança construcional do que a constituída por <em>ficar</em>. Além disso, desse estudo comparativo, foi possível também traçar algumas particularidades desses dois idiomas no que se refere ao estudo em questão.</p> 2021-07-29T00:00:00+02:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela https://revistas.usc.gal/index.php/elg/article/view/7523 Recensión Gramáticos e gramáticas. Homenaxe a Juan Antonio Saco Arce 2021-08-23T10:32:54+02:00 María Carmen Ares Rodríguez mara.ares6@gmail.com <p>Recensión</p> 2021-07-29T12:04:21+02:00 Copyright (c) 2021 Universidade de Santiago de Compostela